FALA TEOLÓGICA NA POSSE DE UMA AUTORIDADE MUNICIPAL (PREFEITO)

CUMPRIMENTOS AS AUTORIDADES PRESENTES
Cumprimento o Senhor Presidente da Mesa, bem como toda autoridade constituídas presente.

Também quero parabenizar o Sr. Prefeito que está deixando o cargo, pelos trabalhos realizados, sua dedicação em prol da comunidade. E desejo ao novo Prefeito bem como a nova legislatura da Câmara Municipal, que tenham êxito na nova missão.



INTRODUÇÃO

Disse Rui Barbosa: “A pátria não é ninguém: são todos... não é um sistema e nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo, é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade”.



ROMANOS 13.1-7

Paulo nos chama atenção para três fundamentos básicos nesta carta.



I - FUNDAMENTO TEOLÓGICO (V.1,2)

O apóstolo declara a razão pela qual todo homem deve estar sujeito às autoridades. Por quê?

 As autoridades procedem de Deus, v.1a.

 As autoridades devem reconhecer sua origem, v.1b.


É por demais eloqüente a afirmação de Jesus, perante Pilatos, quando o governador diz que tinha poder para mandar prendê-lo ou solta-lo. De modo claro, o Senhor afirmou que o poder político que o governador tinha, ele o receberá de cima, ou seja, dos céus.


 Opor-se a autoridade é resistir à ordenação do altíssimo, v. 2a.

 Quebrar a lei ou transgredi-la implica em conseqüência negativa, v. 2b.



II – FUNDAMENTO DA CONSCIÊNCIA (V.5)

O segundo fundamento nos admoesta a obedecer ao governo não por medo, mas por questão de consciência. Que!

 As autoridades são agentes da justiça, v.3.

 Trabalham em prol do bem comum, v.4, I Pd 2.13-17.

 A função foi estabelecida por Deus, v.5, Pv. 28.12,28.



III – FUNDAMENTO DOS DEVERES CÍVICOS

E por último os deveres cívicos são contemplados como obrigação moral e obediência irrestrita à vontade de Deus.

 Isto inclui o pagamento de impostos, v.6-7, Mt. 17.24-27.

 Como Cristão, I Tm 2.1-2

 Isso tudo, enquanto as autoridades estão cumprindo a sua função dentro dos preceitos morais instituídos por Deus (At.5.29,Dn.3.16-19).



CONCLUSÃO

Certo homem, depois de muitos anos de trabalho e meditação sobre a melhor maneira de atravessar o rio diante a sua casa, construiu uma pinguela sobre ele. Acontece que os habitantes da aldeia raramente ousavam atravessa-la, por causa da sua precariedade.Um belo dia apareceu por ali um engenheiro, junto com os habitantes, construíram uma ponte, o que deixou enfurecido o construtor da pinguela. A partir daí, ele começou a dizer, para quem quisesse ouvir, que o engenheiro tinha desrespeitado o seu trabalho.- Mas a pinguela ainda esta lá! – respondiam os habitantes. É um monumento aos seus anos de esforços e meditação.

- Ninguém a usa - o homem, nervoso, insistia.

- O senhor é um cidadão respeitado e nós gostamos do senhor. Acontece que, se as pessoas acham a ponte mais bela e mais útil que a pinguela, o que podemos fazer?- Ela esta cruzando o meu rio!

- Mas senhor, apesar de todo o respeito que temos pelo seu trabalho, queríamos dizer que o rio não é seu. Ele pode ser atravessado a pé, por barco, a nado, de qualquer maneira que desejarmos; se as pessoas preferem cruzar a ponte, porque não respeitar o desejo delas?

Finalmente, como podemos confiar em alguém que, ao invés de tentar melhorar a sua pinguela, passa o tempo todo criticando a ponte?Existe gente que, ao invés de tentar melhorar aquilo que faz, procura sempre destruir o que os outros estão tentando fazer melhor.

”Aqui nos colocamos a disposição para ajudar, a conquistar as melhorias para nossa sociedade”.


(BASEADO NUM CONTO DE SILVIO PAULO).

 
Fonte: Pb. ALEXSANDRO VEIGA DO PRADO CUNHA

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